
Não foi à toa que gregos e romanos antigos, Aristóteles e Sócrates entre eles, elegeram a cigarra como símbolo da imortalidade e da ressurreição. Os ventos da primavera acordam as cigarras, que saem de suas tocas e de suas cascas para uma vida breve em que basicamente mamam seiva de árvores e folhas, acasalam e cantam, cantam, cantam. Está vendo o buraco nas costas das carapaças? Pois é dali que elas surgem, se autoparindo por entre as placas […]