1: Obter o leite de coco e coar
Escolhem-se alguns cocos maduros, pesados, com bastante água dentro, que vão ser abertos nos olhinhos com um prego ou sacarrolha, para retirar a água, depois embrulhados numa toalha e partidos a marteladas, ou com um golpe de facão. A água deve ser colhida numa vasilha e coada. Quanto mais água houver dentro do coco, mais úmida estará a polpa, e isso é bom. Percebe-se a quantidade claramente ao chacoalhar o coco – pouca água chacoalha mais.
A tradição é ralar o coco num ralo próprio, que se usa muito no nordeste, e misturá-lo com a própria água que vem dentro, amassando bem e espremendo com as mãos até tudo virar um creme. Algumas receitas recomendam aquecer a água e amassar a mistura até ela esfriar. Isso dá uns 10 minutos.
Mas também se pode bater o coco em pedacinhos com a água no liquidificador, aos poucos, até obter esse creme. E também se pode usar água filtrada ou fervida.
Coar na peneira, no coador de nylon, na gaze, no filó, no pano de fralda. Muita força para espremer tudo até o creme acabar.
O bagaço se reserva para fazer cocada macaroon (aquela com farinha – como se chama em português?), pão de coco ou adubo de planta. É uma fibra natural ótima para os intestinos. Pode ser congelada.
2: Métodos de extração do óleo virgem de coco
A frio
O leite de coco precisa fermentar para que o óleo se separe da água. Isso pode acontecer em climas quentes deixando-o simplesmente descansar numa vasilha coberta durante 48 horas. O óleo vai se separar natualmente da água e dos resíduos. Três camadas de líquido vão se formar: o óleo de coco por cima, a água no meio e um creme fino no fundo.
Retirar o óleo com uma colher ou concha. Filtrá-lo três vezes em pano de fralda dobrado ou filtro de papel para café. Colocar num vidro e tampar bem.
Quando olhado contra a luz, o óleo vai ter uma coloração amarelada. Essa é a cor natural do óleo virgem de coco.
A água que sobra da mistura original pode ser fermentada para virar vinagre. A mistura cremosa pode ser fervida numa panela para expelir mais óleo. Esse óleo extraído com calor pode ser usado para fritar ou para o cabelo.
O óleo virgem de coco pode ser guardando em temperatura ambiente. Validade 2 anos, no mínimo.
Outro método a frio (mais prático)
2 cocos, 3 xícaras de água do próprio coco, picar, bater por 2 ou 3 minutos no liquidificador até a consistência ficar lisa e cremosa. Espremer, colocar o leite de coco numa jarra, cobrir e deixar 48 horas num lugar escuro.
Transferir o líquido para uma garrafa pet de água mineral limpa e deixar em local sombreado cuja temperatura esteja em torno dos 25 graus C. Em 6 a 8 horas o óleo vai se separar do leite.
Ponha a garrafa na geladeira por 3 horas. O óleo vai se solidificar. Deite e corte a garrafa o mais junto possível da linha do óleo. Isso facilita sua retirada. Guarde em vidro de boca larga com tampa. Ele vai ficar líquido se a temperatura ambiente estiver acima de 27 graus.
Extração no fogo à moda de Bali
Coco ralado à mão no ralador de coco; misturar com água quente e amassar com as mãos até esfriar. Espremer com força para soltar po máximo possível de leite. Esta é a primeira prensagem. Mais água quente é adicionada ao coco já espremido e o processo se repete. Três cocos produzem mais ou menos um litro e meio de leite de coco.
O leite de coco é posto num fogo de bom tamanho para ferver alegremente. Duas rodelas de cúrcuma são adicionadas (e removidas uma hora depois). A cúrcuma colore o óleo e quem ensina diz que o mantém “fresco”. Provavelmente dá algum sabor também – o que não faz muita diferença, porque em todo prato de Bali que usa óleo de coco a cúrcuma também entra.
Lá pelas tantas a mistura faz espuma, deixe estar. Uma hora depois o óleo começa a aparecer nas beiradas. O mestre borrifa água fria na superfíce fervente e diz que é para drenar melhor o óleo.
A panela sai do fogo depois de mais ou menos uma hora e meia. O líquido está reduzido à metade, a espuma se dissipou e a superfície está coberta por uma camada fina de óleo dourado.
O leite-óleo é passado por um coador de tela ou peneira fina para capturar a espuma e quaisquer pedacinhos de polpa de coco. Volta à panela e descansa para que a matéria sólida do leite de coco assente no fundo.
Cinco minutos depois já se pode retirar o óleo da superfície com uma concha ou cumbuca. Esse óleo vai para uma caçarola de ferro pequena, posta ao fogo por quinze minutos; sai dele borbulhando e espirrando, mas em poucos minutos arrefece e se revela um óleo quase límpido.
Todas as sobras do processo ainda são coadas e espremidas mais uma vez para aproveitar cada gota.
Outro método de extração no fogo
5 cocos médios ou grandes para fazer 1 xícara de óleo. Depois de obter o leite de coco, batendo ou ralando e espremendo, coar e deixar descansar por 24 a 48 horas. O creme e a água vão se separar, a água fica no fundo. Retire o creme com uma escumadeira e ponha numa panela grossa e funda (porque ele espirra quando ferve). Deixe ferver devagarinho em fogo médio ou baixo. Lentamente o óleo aparece por cima. Afaste os resíduos de coco para o lado. O óleo fica mais claro. Vá tirando com uma colher e fervendo até não ter mais nada a retirar.
Observe que as panelas são sempre grossas, de ferro fundido, esmalte ou pedra-sabão, para um cozimento lento. Panelas finas fariam o óleo ferver demais.
Pão de coco usando o bagaço que sobrou
2 xícaras de farinha de trigo bem cheias
1 colherinha (café) de sal
4 colheres (chá) de fermento em pó
2 colheres (sopa) de manteiga sem sal derretida, óleo de coco ou azeite de oliva
1 xícara de coco ralado, não muito apertado
2 colheres (sopa) de açúcar branco, cristal ou mascavo
1 xícara de leite de coco diluído meio a meio com água, ou de leite animal
Peneire a farinha, o sal e o fermento numa vasilha
Separadamente misture o coco e o açúcar e junte à farinha
Adicione o leite e a gordura (óleo de coco, azeite ou manteiga)
Amasse por 5 minutos ou até obter um bolo de massa bem aglutinada, oleosa na superfície
Cubra e deixe crescer por 10 minutos
Achate a massa para ela virar uma panqueca gorda, com +- 2,5 cm de altura
Ponha numa assadeira untada e faça furinhos por cima com um garfo para decorar
Asse em forno médio (120 graus C) por 20 minutos ou até dourar. Deixe esfriar para comer.
Fontes com boas imagens
http://www.chezlin.com/2008/07/coconuts-101-different-ways/
http://www.simplytrinicooking.com/2008/07/homemade-coconut-oil-trini-style.html
http://www.ehow.com/how_4884719_homemade-coconut-oil.html
http://www.your-how-to.info/2008/01/how-to-make-your-own-virgin-coconut-oil.html
http://www.simplytrinicooking.com/2008/07/coconut-bake.html
Categorias:comer melhor
Tags:extração a frio, extração no fogo

Sonia, eu não conheço o óleo de coco que você usa mas quando você fala nele dá até pra sentir o aroma e o sabor…. Então posso estar sendo muito crítica mas o óleo de coco da Copra (tenho usado todos os dias) além de ser totalmente transparente e incolor (tipo nujol ou óleo johnson) penso que seu sabor poderia “ter mais presença de coco”. Porém só poderei fazer a devida comparação quando conhecer uma outra marca.
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Oi, Angel, se não tiver sabor amargo já está bem bom!!! Mas o que eu uso tem um cheirinho fresco e o sabor do coco, é o TheraHerb, que por enquanto está ótimo – e acredito que continue, já que as Filipinas têm alto interesse na geração de bons produtos de exportação, como o Brasil também poderia ter.
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Olá Sonia, parabéns pelo seu blog, é genial. Tenho uma dúvida: deve-se tirar aquela pele grossa e escura do coco e só usar a parte branca, ou usa-se tudo junto para extrair o óleo?
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edicleide fis a cocada como tem dito em todos os comentarios a sima e abaixo e adorei ficou uma delicia como se diz o ditado vivendo e aprendedendo a prendendo e sobre vivendo.
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É isso aí, Edicleide!
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Oi, Zara, não precisa tirar a casca fina porque depois vai coar.
Minha resposta anterior saiu com Po em lugar do Oi e ficou grosseiríssima, desculpe. As letras são vizinhas no teclado e aconteceu. Um abraço!
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Oi Sônia querida, td bem?
Tentei fazer o óleo pelo jeito”prático”, mas queria tirar uma dúvida…deixei no ambiente escuro por 48 h quando fui tirar, ja estava um liquido separado, um aquoso embaixo e outro meio espumante amartelo em cima(me pareceu um o leite de coco fermentado).Daí coloquei assim na garrafinha pet e deixei as horas necessarias.Passei pra geladeira…continuou aquela separação, porém,a única parte q se solidificou, foi a espuma meio amarela, a parte aquosa debaixo continuou liquida…nao seria o contrario?Consegue enxergar o q deu errado?obrgada pelo carinho bjs
Tiana
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Oi, Ti, talvez esse método prático não seja tão prático, ou a receita não esteja bem explicada. Hora dessas vou tentar fazer desse jeito pra ver no que dá. Um abraço!
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tenho ideias pra comercialisar e vender em quantidade o oleo de coco eu fabrico ou compro e como faco por favor Dona Sonia a Sra.pode me ajudar eu sou o unico terapeuta ortomolecular natural e desenvolvi um programa de rejuvenecimento ortoglandular assim o denominei conclui que quando tiver com 100 anos apare tarei no maximo 70
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Oi, Ivonildo, acho muito legal a ideia da ortomolecular natural. Estes dias andei pesquisando a Moringa, que poderia ser um carro-chefe dessa terapia, conhece? Mas infelizmente não tenho ideias para ajudar o seu projeto, fico só aqui, estudando e escrevendo. Desejo a você todo o sucesso, especialmente aos 100 anos. Um abraço!
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Muito boa a receita fiz ao modo Bali e deu um resultado muito bom com um leve sabor de coco queimado, quem experimentou gostou.
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Sonia, eu tenho gordura no figado e estou tomando oleo de coco duas colheres de sopa de manha e duas a noite. Mas esta prendendo o meu intestino. Eu não sei se é pelo oleo ou outro motivo. Você pode me explicar eu ficaria muito grata por isso. Pois eu li uma materia agora pouco que, quem ter gordura no figado parece que não deve tomar! beijos, Solange
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Bom dia Sônia, e não se preocupe com o erro na digitação, nem reparei mesmo.
Eu tenho feito uma gordura de côco(uma alternativa para o óleo) da seguinte forma: bato o côco com a própria água dele e um pouco mais de água filtrada. Espremo bem no pano e coloco o leite num pirex largo e levo imediatamente à geladeira (aqui em Goiânia é muito quente). Ele separa em três partes: a gordura solidificada fica por cima, o leite ao meio e um resíduo fininho no fundo. Retiro toda a gordura de cima e uso assim mesmo, sem aquecer, fica ótima também, para passar no pão e colocar na comida, acho que fica mais integral e de um sabor muito agradável, porque não deixo fermentar. O leite que sobra com o resíduo fino do fundo substitui o leite de vaca, e é um poderoso rehidratante (mata a sede…rs). E a massa que fica no pano, adoooro comer pura, com bananas, nas vitaminas, coloco na massa do pão, em bolos e biscoitos, e agora estou procurando algumas receitas salgadas também. O rendimento tem sido para 4 côcos não muito grandes, retiro a quantia que cabe em um pote de margarina pequeno, bem cheio.
Um abraço e obrigada.
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Oi, Solange, adoraria te ajudar mas confesso minha total ignorância nesse assunto. Melhor você perguntar para o médico,não? Um abraço!
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Oi, Zara, também coloco o leite de coco direto na geladeira e adoro esse creme de coco que fica por cima, é dos deuses, né? Muito obrigada pela receita. Achei ótima ideia você trocar o leite de vaca por esse leite aguado de coco, leve e nutritivo. Um abração – e haja coco!
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ouvir hoje na academia o comentario sobre
o oleo de coco q faz milagre so q perguntei o preço e no momento nao dar ai procurei a net e te encontrei vou fazer amanha mesmo
beijos e obg Sonia pela dicas
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Boa sorte, Franci!
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Oi Sonia… legal suas dicas obrigado. Fiquei curioso a respeito do vinagre de agua de coco. Onde posso pegar mais informações sobre isso??
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Boa noite Sônia,
obrigada pelas receitas, estou com vontade de extrair o óleo para fins estéticos e capilar. Será que uma pessoa que vai tentar pela primeira vez consegue obter o óleo? Para perfumá-lo posso adicionar essência de coco?
Obrigada pela atenção
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Oi, Pedro, procure por *coconut vinegar* no Google pra ver se aparece alguma coisa. Não estou conseguindo buscar nada hoje, deu tilt no Google aqui em casa.
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Oi, Anônima dos fins estéticos, mas você quer colocar uma essência artificiosa numa coisa natural antes mesmo de fazer? É muita insegurança, garota. Se tanta gente acerta, por que você não vai acertar?
O óleo virgem de coco TheraHerb tem um cheirinho de coco muito bom. Naturalíssimo.
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bom dia sonia … pelo que andei vendo o oleo de coco virgem ou extravirgem é excelente, mais teria um oleo de palmiste que teoricamente traria os mesmos beneficios inclusive sendo estaveis e naum perdendo as propriedades em temperaturas elevadas .. até onde isso seria verdadeiro? o oleo de palmiste serveria tbm para consumir puro e ajudaria a emagrecer? Teria como vantagem o aroma e o valor que é muito mais baixo.
muito obrigado e parabens pelo trabalho.
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Oi, Anderson, e agora aquela perguntinha chata: mas você tem o óleo virgem de palmiste disponível? O óleo de coco, tem… 🙂
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exatamente … o oleo de palmiste ñão é virgem … dizem ser refinado por vitamina c naum prejudicando. não entendo muito disso .. o que eu penso é: seria muito caro manter o oleo virgem para substituir o oleo usado na cozinha … ja o palmiste pelo valor seria mais acessivel … ai que ta, e no caso de utilizar o virgem puro e o palmiste para substituir o oleo de cozinha?
procuro informações na net mais esta muito confuso … os vendedores do oleo de palmiste prometem td mais eu gostaria de saber a real…
mais uma vez obrigado
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moro em genebra na suissa vc sabe mim dizer vse encontro o oleo de coco aqui obrigada espero resposta …. beijos viviane
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Oi,O oleo de coco pode ser tomado puro ou deve ser utilizado so no alimento?
Agradeço desde ja…
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Oi, Anderson, o mundo está cheio de coisas boas e de coisas mais ou menos. Eu diria que o óleo virgem de coco é uma coisa boa. Já o refinado de palmiste, com todo seu ácido láurico, na minha cotação é mais ou menos. E ser caro é relativo. Quanto se gasta em outras coisas menos importantes? Um abraço!
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Oi, Viviane, tente em http://www.virgincoconutoil.co.uk . Eles mandam para toda a Europa. Um abraço!
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Uma colher (sopa) de óleo virgem de coco puro, em jejum e antes de dormir, é muito medicinal. É a forma mais recomendada de seu consumo.
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obrigado sonia, ja comprei e estou consumindo o oleo de coco extra virgem de manha e a noite. Continuo a procura de um bom oleo para cozinhar, acredito q entre coisas boas, mais ou menos e ruins (colocaria os oleos tradicionais não estaveis a temperatura como ruins)…acredito q o palmistre ser mais ou menos e sem forte aroma seria uma boa opção para substituir os oleos tradicionais, mantendo o extravirgem manha e noite.
abraço e muito obrigado.
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Se você está se referindo ao azeite de oliva como inadequado para cozinhar, Anderson, está muito enganado. Ele só não é bom – como qualquer óleo – quando atinge o ponto de fumaça. Quem não faz fritura, só refogadinhos (como eu), pode usar azeite de oliva direto, com grandes vantagens sobre qualquer óleo refinado, seja de palmiste ou outro. Veja mais em http://www.soniahirsch.com/2010/04/comer-bem-um-fio-de-azeite-de-rosa.html
Um abraço!
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Sonia!
Vc é realmente sensacional!
Seu amor pela humanidade faz com que vc tenha uma paciência ilimitada e uma caridade sem fim, pronta para dividir o que sabe.
Deus te abençoe!
Beijos
Marilza Dettogni – Vila Velha – ES
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Oi, Marilza, agradeço as bênçãos. Não sei se já é amor pela humanidade. O Dalai Lama diz que é muito difícil a gente sentir compaixão quando não está habituado. E como é que começa? Fingindo que sente. É o que eu procuro fazer, encarando certas coisas como mestres da paciência, outras como mestres da compaixão, algumas como ossos do ofício… E assim posso agradecer um pouco por fazer o que gosto e ter uma vida boa. Um abraço!
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BOA TARDE SONIA, TENTEI FAZER A EXTRAÇÃO DO ÓLEO DE COCO, A FRIO.ELE NÃO FILTROU, NO FILTRO DE PAPEL, E FICOU COM ODOR DESAGRADÁVEL(PODRE).A MINHA FALECIDA AVÓ FAZIA À MODA DE BALI.GOSTARIA DE SABER, SE DESSE MODO, PERDE MUITAS PROPRIEDADES? QUERO USAR NO CABELO PARA HIDRATAR E RECUPERAR O BRILHO.
GOSTEI DA RECEITA DA ZARA 12/05/10.VOCÊ DISSE QUE FAZ USO DESSE CREME DE COCO, QUE FICA POR CIMA.QUAL É O TEMPO DE VALIDADE DELE?
TENHO UMA DICA:MISTURA A ÁGUA E O RESÍDUO FINO QUE SOBRA.USAR PARA LAVAR O CABELO, E O ROSTO(PELE SECA).
UM ABRAÇO,ANDREA.
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Oi, Andrea, o óleo à moda de Bali é fervido, perde as vitaminas antioxidantes, mas continua sendo bom para todas as finalidades – pele, cabelo e fungos, entre outras. O creme de coco dura no máximo 48 horas. Eu acho bom usar no mesmo dia tanto o leite quanto o creme, porque o sabor se altera com o tempo.
Sobre o filtro de papel, eu também nunca consigo sucesso quando a receita manda usar. Uso pano de fralda ou filó. Um abraço!
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Olá no método 1. não diz como separar o oleo do leite é só deixar em repouso e aguardar. grata. Michele Vital
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Oi, Mika, ele fermenta e separa naturalmente.
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Sônia, minha querida, mt querida!
Estou escrvedno pra dizer, q descobri uma nova empresa no brasil q tah comercializando oleo de coco organico. Se não me engano a única por aqui.Parece ser bem legal,e fica num lugra mto pobre na Bahia, onde com a mão de obra ajudam gente tbm!
site: http://www.finococo.com.br
obrigada por td sempre
o neném tá ótimo jah! dei mto chá de flor-delotus!!
muuuuito obrigada
bj enorme com carinho
Tiana
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Olá Sônia, eu sempre ando uma passadinha por aqui para ver não só as novidades, e adoro esta interação dos comentários, como é bom compartilhar conhecimentos..!
A Andréia (23/06/2010) perguntou quanto tempo dura o creme de côco, e como eu coloco imediatamente na geladeira ele dura até uma semana, uso no pão e para temperar refogados e sopas.
Um abraço
Zara
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Oi, Zara, também adoro essa convivência que rola aqui! Você separar o creme da água, né? Acho que o meu azeda porque nunca separei. Vou experimentar fazer isso e deixar a água fernentando para virar vinagre. Abração!
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Oi Sonia parabens!!!!!as informaçoes sobre o poder do oleo de coco sao otimas!!!!!!minha tia fazia quando eu era criança do jeito Bali amei vou fazer para minha netinha por nos cabelos Deus te abençoe viu bj Fafa Pb 020710
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Eba, oba, óleo virgem de coco é luxo para todos! ♥
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Sonia, conforme acima, aqui em Recife continuo usando o óleo de coco da Copra. Estou me sentindo super bem. Ele tem vindo cada dia melhor. Só que dessa vez reparei que na embalagem está escrito “depois de aberto consumir em 45 dias”. Impossível. Demoro mais de dois meses com um vidro de 500 ml(R$ 34,00) . Tem problema?
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Oi, Angel, esse aviso é estranho porque sendo virgem, ele teria antioxidantes que garantiriam mais tempo de uso. O que você pode fazer é transferir o conteúdo para um pote de louça com tampa, assim ele não pega luz (os raios de luz degradam as gorduras). Um abraço!
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OBRIGADA! Tão bom falar com quem entende do assunto! beijos
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Sonia, efetuei o procedimento de extração de óleo, mas deixamos 48 horas descansando, mas ficou com um cheiro muito forte (ruim), poderia me auxiliar no processo, para não ficar com esse cherio
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Oi, Flavio, às vezes o coco não está bom. Outro dia abri dois passados, o terceiro estava ok. O jeito é insistir na feitura até dar certo. É assim que se adquire experiência 🙂 Um abraço!
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Oi, Taty, você nem imagina o quanto fico feliz com a sua aprovação do óleo. Também torço para que o Brasil assuma sua condição de República Livre do Coqueiro e todos sejamos felizes comendo óleo virgem de coco!
Acho que vale sim a pena você tentar visitar a fábrica e checar os laudos, os fornecimentos etc. Eu soube da alegação de que os outros branqueiam o óleo através de alguém que estava presente no momento, numa feira em SP. E já sabia que o marketing deles é meio desastrado, pelo procedimento comigo. Por que ainda não mandaram as amostras oferecidas? Claro que eu diria aqui se não gostasse, como diria se gostasse…
Minha razão para continuar com o importado é muito simples: a qualidade é boa e compro por atacado, porque uso diariamente na cozinha, na pele e no cabelo, e considero um ótimo investimento. Divido a caixa com amigos. Sai mais barato para todos e aumenta o coeficiente geral de felicidade. Também vendo meus livros com descontos grandes para compras em grupo. Não há favor, é bom para todo mundo. Um abração, boa semana e dê notícias!
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Olá!
Aprecio muito esta dica! Gostaria de obter sua permissão para publicá-la no meu site sobre permacultura, com os devidos créditos e links. No endereço http://www.conhecer.co.nr
Grata =D
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Oi, Brígida, fique inteiramente à vontade! Obrigada e um abraço!
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